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17/06/2009
     
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O faturamento do mercado publicitário brasileiro foi de R$ 26 bilhões em 2007, cifra que representa crescimento de 9% em relação ao ano anterior. Esses números fazem parte do Projeto Inter-meios, realizado pelo Grupo Meio&Mensagem.

O negócio de publicidade, portanto, é maior do que os negócios de setores reconhecidamente importantes economicamente: como o do papel, o de material de comunicação, o de vestuário, o de autopeças, e mais que o dobro dos setores de construção naval e de equipamentos de terraplanagem e implementos. E quase tão grande quanto o setor têxtil. O apoio da publicidade é crucial para muitos setores de produção e essencial para o fomento do atual sistema econômico.

O Brasil é o quinto mercado publicitário no mundo, segundo a Associação Brasileira de Agências de Publicidade, classificadas em seis categorias, segundo o critério de movimentação de verbas, 80% das agências de publicidade e propaganda brasileiras estão na categoria seis, ou seja, entre as que movimentam o mais baixo volume de verbas. Apenas 13% das agências nacionais atingiram a categoria cinco.

O mercado publicitário teve um crescimento favorável no primeiro semestre de 2008. O valor bruto do faturamento no período, com base nos preços cheios das tabelas dos veículos de comunicação e sem os descontos de agências e planos de incentivo, é de R$ 26 bilhões. No ano passado, de janeiro a junho, o faturamento bruto foi de R$ 22 bilhões.

O Estado de São Paulo é o que concentra o maior volume, com R$ 8 bilhões, seguido de Rio de Janeiro, com R$ 3 bilhões, de acordo com dados do IBOPE monitor.

No que se refere às agências de publicidade, não existem dados precisos sobre a quantidade delas em atividade no país, principalmente porque não há exigência legal de registro desse tipo de estabelecimento em um órgão centralizador, como ocorre em outros setores. De acordo com estimativas da Federação Nacional de Agências de Propaganda (Fenapro) e da Abap, o número de agências oscilava entre 4 mil e 8 mil, em agosto de 2000.

Estudiosos e profissionais da publicidade e da propaganda brasileiras vislumbram uma perspectiva positiva de crescimento do mercado. A propaganda será cada vez mais importante como arma de competição entre marcas e haverá de se apropriar de outras formas de comunicação para introduzir novos conceitos e idéias sobre consumo.

Acredita-se que haverá um domínio de grandes grupos internacionais no futuro, mas, mesmo as agências se internacionalizando, haverá sempre a necessidade de agências e profissionais nacionais interagindo, culturalmente, com o consumidor.

Fonte: Sebrae 
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